Gálatas 1,10

Entrega total a Jesus Cristo: aprenda a viver para agradar a Deus e não aos homens

Um chamado para viver inteiramente de Jesus Cristo

Queridos irmãos, nós estamos em mais uma caminhada em Jesus Cristo, dizendo que fazemos parte de uma família maravilhosa: essa família Canção Nova, que não custa nada a ninguém e dá a vida por nós. Todos os dias, todas as horas, todos os minutos, ao ligar o seu meio de comunicação – rádio, televisão, internet e outras coisas mais –, você está com Cristo, porque a Canção Nova só sabe falar de Jesus. Não é uma coisa linda isso? É uma Igreja que está na nossa casa, falando o dia inteiro de Jesus. A Canção Nova vive Jesus.

Se você escuta a Canção Nova pelo rádio, no tempo que você passa ao lado dele, você está o tempo inteiro com Jesus. Olha que coisa bonita que nós temos: essa comunhão com Deus, que está presente em tudo!

A pergunta que não quer calar: você é de Jesus Cristo?

A Palavra que Deus nos dá no dia de hoje é Gálatas 1,10: “Sermos de Jesus Cristo”. Você é de Jesus Cristo? Estou fazendo uma pergunta hoje a você; então, pare e pense: eu sou inteiramente de Jesus? Na minha cabeça, não pode haver outra coisa a não ser Jesus. Mesmo que eu tenha que fazer alguma coisa, devo fazê-la com Cristo.

Essa comunhão maravilhosa entre nós e Deus é muito séria, porque é um enriquecimento espiritual muito grande, pois dividimos o nosso fardo. É maravilhoso agradar a Deus! E nós estamos neste mundo para agradar-Lhe. E outra pergunta que faço a você e a mim também:

O favor dos homens ou de Deus?

Porventura, procuramos agradar aos homens ou a Deus? Por acaso, temos interesse em agradar aos homens, sejam quem forem? Se ainda quisesse agradar aos homens, não seria servo de Cristo. Mesmo querendo agradar aos homens, você não é servo de Cristo. Viver bem é viver para Cristo e estar com Ele nas nossas decisões, seja como for.

 

A diferença entre a cruz e o fardo

A cruz é nossa, mas o fardo é dos outros. O que quer dizer isso? Quero dizer a vocês que todos nós carregamos a cruz que Jesus nos deu, mas precisamos diferenciar uma cruz de um fardo. Muitas vezes, as pessoas falam: “Não sei mais o que eu faço”, e não é a sua cruz; você tem a sua; esse é o fardo do outro. Ah, mas é a mesma família, é a mesma coisa. Não, não é a mesma coisa. Olha que coisa interessante — custou-me entender isso, mas hoje eu entendo. Se um pai educa um filho, o que o avô pode fazer por essa neta? Nada, porque o pai é o intermediário da situação. É tão lógico que a minha cruz é o meu filho e minha neta, mas o fardo é do meu filho, é da minha filha. E nós não podemos carregar tudo isso. Cada um carrega o seu.
O medo e o discernimento do Espírito Santo
O medo é o estado interior que nos serve de proteção. Todos nós temos medo, não é verdade? “Ah, que medo que eu tenho de que isso aconteça assim, assim, assim”. Você se protege daquilo. Mas Deus hoje está falando ao contrário: você tem que se dedicar, você tem que sair do seu interior. Você tem que sair do seu medo e enfrentar a sua realidade. Nunca torne cômoda a sua vida.

Há momentos na sua vida em que você precisa fazer um discernimento muito apurado, certo? Porque, ao mesmo tempo em que você tem que assumir uma posição, você tem que se retrair e se calar. Aí a gente vê a obra do Espírito Santo, porque Ele fala: “Cala-te”, senão a gente tem aquela explosão. Qual é o fardo mais difícil que você está carregando? Você está tendo muitos intercessores. Aquele que carrega a cruz é o seu intercessor, mas o fardo é seu, e você vai ter que resolver o problema desse fardo. Não adianta passar o seu fardo para os outros, porque ele é seu.
Intercessão: comunhão que transforma a sermos responsável pelo próximo na oração

O que é estar com Deus e com os irmãos? É justamente estarmos intercedendo uns pelos outros. Ontem, eu recebi uma visita, e a irmã falava para mim: “Eu vim aqui e pedi a sua intercessão. Quero que você reze muito por mim”. Eu disse: “Está bom, vou rezar por você. Mas você reza por mim também?”. Não é que vamos trocar figurinhas, não. A intercessão é comunhão.

Se eu passo a rezar por alguém, e esse alguém passa a rezar por mim, nós estamos fazendo uma comunhão espiritual. Estamos vivendo aquele momento de graça. Eu quero ter comunhão espiritual uns com os outros, com os meus irmãos, com os meus amigos, com aqueles mais próximos e aqueles mais distantes. E é só por meio da comunhão; não há outro jeito de nos comunicarmos a não ser por ela.

Hoje, eu fui à missa cedinho e vi uma irmã ajoelhada e rezando. Eu a senti em paz, mas ela estava buscando algo a mais. É uma comunhão espiritual. Eu passei a rezar por ela e não vou esquecê-la nem por um minuto, porque Deus deu aquele presente para mim. São presentes que Deus nos dá, e nós não podemos fechar os olhos e dizer: “Deixa isso para lá”. Não, não pode. Deus bate à porta, e você tem a obrigação de abrir.

Eu já não penso financeiramente; penso na área espiritual. O “dar”, cada vez mais, é rezar pelos outros. Como é gostoso rezar! Essa irmã vai receber muitas orações minhas, porque Deus a colocou no meu coração. Então, daqui para frente, passo a ser responsável por ela. Coisa linda que Deus faz na nossa vida!

Quando a gente trabalha em favor do outro, sempre agrada, primeiramente, a Deus. E Deus faz o papel de tornar concreto o seu pedido. Então, não se esqueça: estamos abertos 24 horas por dia para louvar e bendizer a Deus, porque nós somos viventes em Jesus Cristo.

Deus abençoe a todos!
Do seu amigo,

Wellington Silva Jardim – Eto
Cofundador da Comunidade Canção Nova